Mostrando postagens com marcador superei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador superei. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de julho de 2011

na verdade..

..é bem pior. Antes fosse coisa de momento, cabeça quente, coração apertado. Agora a certeza me invade e não há mais o que fazer.
Não dá.
Nem tire seu cinto, não desligue o carro, não me toque. Tarde demais para ser o que nunca foi.
Suas atitudes engoliram suas mentiras.
E eu não te amo mais.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Usando o verbo to be

Esses dias tive um insight sobre a minha solteirice. Conversando com um amigo, ao invés de dizer que eu estava solteira, eu respondi que era solteira. E desde então, essa afirmação mudou minha vida. Ao terminar um namoro, as pessoas enchem o peito pra dizer: ESTOU SOLTEIRA! PRECISO RECUPERAR O TEMPO PERDIDO. Mas o que ninguém para pra pensar é que ser é diferente de estar. Eu estou com dor de cabeça, eu sou baixa.
Algumas coisas mudam: sabemos que a dor vai passar. E a não ser que eu faça uma cirurgia nos joelhos, continuarei sendo baixa. Estar solteiro é estar em uma situação que poucas pessoas aceitam. A impressão que dá quando dizemos que estamos solteiros é que não vemos a hora de começarmos um novo relacionamento. Como se a solteirice fosse uma dor e um novo relacionamento uma solução. Ficamos atentos à todos em nossa volta. Vai caçar na balada e espera encontrar o príncipe que sua mãe sempre sonhou para você, que role aquela química nos olhares e terminem a noite casados. Isso é estar solteiro. É não aceitar a situação. Se seu rolê do sábado a noite tem o intuito de te tirar do 0x0, as chances de acontecer exatamente isso são maiores do que quando você sai pra se divertir, dançar e beber, pois, ao esquecer as pessoas a sua volta, acidentalmente pode esbarrar no cara perfeito. O segredo é não esperar nada.

Não pretendo namorar tão cedo. Posso queimar a língua dizendo isso; a gente nunca sabe o dia de amanhã, mas eu não preciso de ninguém. Nem pra pagar as minhas contas já não preciso, porque eu teria necessidade de um homem? Eu sou tranquila demais pra sair pegando geral, não é pela sua boca que eu vou saber se eu gosto de você ou não.
É óbvio que um carinho faz falta num dia frio, porém não é tão imprescindível ao ponto de você precisar encarar os caras da faculdade inteira achando que pode perder seu príncipe encantado só porque fica de cabeça baixa jogando Sudoku antes da aula.
(Adaptado do texto de Letícia Sanseverini, de 29 de outubro de 2009)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

que ótimo dia aquele.

Se for para ser sincera, não está claro. É um dilema complicado demais para fazer sentido agora. É cedo. Nos primeiros momentos não consegui enfrentar a doce realidade, de tão boa que era. E de lá pra cá foi assim, medo com recheio de felicidade e vice-versa. Me surpreendo ao rir sozinha só de abrir uma fresta na minha memória: um pequeno espaço já é capaz de trazer-me medo, felicidade, insegurança, saudade e calmaria.
Que ótimo dia aquele, o do meu despertar. Eu não sabia que eu estava tão perdida assim.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

in out, up down.

Eu deveria saber que você não vai mudar.. Porque você é quente e depois é frio, você é sim depois não.




segunda-feira, 25 de abril de 2011

.

Constantemente sinto saudade das coisas que perco, mas não as quero de volta.
Já doeu uma vez.

domingo, 24 de abril de 2011

completamente

Tô com saudade de você, do nosso banho de chuva
Do calor da minha pele, da língua tua
Tô com saudade de você censurando o meu vestido
Das juras de amor, ao pé do ouvido..